Tópico: Feedback sobre atividades / opiniões sobre o trabalho da e com a BE

Data: 21-06-2018

De: IsrafaceJerge

Assunto: Знакомства в Израиле бесплатно

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Data: 15-06-2018

De: Наталья Пономарева

Assunto: Спасибо!

Спасибо! Интересно как :)

Data: 09-06-2018

De: RobertDoona

Assunto: humane website Jarle Thorsen Singapore

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Data: 13-05-2018

De: BobbyElima

Assunto: Jarle Thorsen Unaico SiteTalk

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Data: 03-05-2018

De: MaxAvticr

Assunto: Аренда авто аэропорт Крым

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Data: 23-02-2018

De: Latonyamal

Assunto: XEvil 4.0 can break 99% types of captchas

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Data: 05-12-2014

De: Alunos do 2º ciclo

Assunto: Opinião de alunos sobre o 4º ciclo de conferêncências organizadas pela BE de Arga e Lima


“A Semana da Ciência foi de aprendizagem!” André, 5º A

“Quando vi o meu trabalho, deu-me um arrepio…” Érica, 5º A

“Gostei de sentir aquele nervosismo e apresentar a pesquisa às outras turmas!” Francisca, 5º A

“Numa semana aprende-se tanta coisa!” Inês, 5º A

“Aprendemos muitas coisas curiosas que não sabíamos!”, Luís Rolo, 5ºA

“Para a próxima quero participar novamente!”, Carolina, 5º A

“…fizemos um trabalho incrível!”, Carolina Castro, 5º B

“Gostei de fazer este trabalho… Foi a primeira vez que trabalhei, assim, em grupo!”, Letícia, 5º B

“Todos estavam com vergonha, mas ao pegar no microfone esse sentimento desapareceu!”, Rafaela, 5º B

“Eu gostei muito das apresentações dos meus colegas e acho que isto nos dá mais conhecimento.”, Henrique, 5º B

“Aprendemos a pesquisar em documentos impressos e não impressos, com os computadores, e a apresentar oralmente!” Gonçalo, 5ºB

“Quando começamos a apresentar, as pessoas que estavam no auditório ficaram muito interessadas, o que nos deixou muito felizes… foi um projeto que nos deu muito trabalho…mas ainda temos de treinar mais!”, Silvana, 5º B

“Os trabalhos estavam giros, mas podíamos nos ter expressado melhor e não olhar tanto para o power point.”, Cristina, 5º B

“As letras de alguns power points estavam um pouco pequeninas… mas gostei de tudo!” Rodrigo, 5º B

“Eu gostei muito de fazer este trabalho em grupo!”, Pedro, 5ºB

“Tivemos dificuldades em pronunciar os nomes científicos…mas, mesmo assim, estivemos muito bem.” Teresa, 5º B

“O melhor desta semana foi descobrir coisas novas e palavras que eu nunca imaginei que existissem.” Andreia, 5ºC

“Gostei de todas as apresentações porque aprendi com elas informações interessantes.” Verónica, 5º C

“Achei importantes os poemas e os textos lidos pelo 12º B.

Falavam da ciência e fizeram-nos ficar com curiosidade sobre o tema... Significa que tudo estava espetacular!” (Afonso, 5ºC)

“Eu acho que as conferências são importantes porque dão para aprendermos conteúdos novos e ver os trabalhos que os outros alunos fazem.” Bruno, 5ºC

Data: 18-11-2014

De: Tiago S.B., 7º A

Assunto: Exposição - 1ª Guerra Mundial: História e histórias

Iª Guerra Mundial Documentada
Na Biblioteca Escolar da Escola Básica e Secundária de Arga e Lima estará
aberta, entre os dias 30 de outubro e 11 de novembro (dia do armistício), a exposição “A
I Guerra Mundial: História e histórias” realizada pelos alunos do 9ºano, professores da
disciplina de História e a equipa da B.E.
Até agora, a exposição conta com 104 documentos (35 cartas equivalem a 1
documento), entre estes estão cartas, postais, livros, filmes, objetos, textos, fotografias,
anotações, condecorações…
Alguns parentes dos alunos desta escola cederam alguns apontamentos,
fotografias, livros, condecorações, entre outros.
Os alunos do 9ºano fizeram maquetes de bases militares em miniatura e uma em
escala real, com trincheiras e arame farpado.
Na exposição pode-se ver documentos escritos pelos alunos, onde indicavam
informações sobre a Guerra, como, por exemplo, a razão para ter acontecido, as
alianças, imagens de combatentes a meio e depois da Guerra… há também vários
objetos como, por exemplo, uma baioneta, cantis, capacetes da Guerra, um
radiotransmissor, munições de armas de fogo ou canhões, uma máscara de gás…
O objetivo da equipa da B.E. era principalmente “celebrar” os 100 anos do
início da Iª Grande Guerra e fazer com que os alunos tivessem uma ideia do que as
pessoas passaram há um século atrás.
Para visitar a exposição, venha à Escola Básica e Secundária de Arga e Lima no
dia 8 de novembro, das 9.00h às 11:00h na Biblioteca Escolar. Com certeza que vai
gostar.

Data: 18-11-2014

De: José Pedro Ribeiro, nº8, 7ºA

Assunto: Exposição 1ª Guerra Mundial

Começou no dia 30 de outubro e termina no dia 11 de novembro uma exposição sobre a 1ª Grande Guerra. A exposição encontra–se na BE da Escola Básica e Secundária de Arga e Lima. Este evento foi organizado pela BE, professores do grupo de História e alunos do 9ºano. A exposição decorre durante a cerimónia do armistício.
A exposição aborda vários aspetos: a alimentação, que era escassa, e
os objetos utilizados (máscaras de gás, capacetes, lançador de chamas e armas). A 1ª Guerra Mundial existiu por várias razões: assassinato do
Arquiduque do império da Áustria-Hungria pela Sérvia; declaração de guerra da Áustria-Hungria à Servia e competição imperialista (França, Alemanha e Inglaterra).
Além disso, encontramos também livros e vídeos que relatam acontecimentos de guerra e curiosidades, como o número de cartas que os soldados recebiam todas as semanas (cerca de 12 milhões). A exposição tem
mais de 100 objetos em exposição.
Por estas e muitas outras razões, vá até à Escola e visite a exposição.
Com certeza que vai gostar!

Novo comentário

Gostei muito da ideia da visita virtual. A exposição é muito  interessante.

Obrigada por partilhar.

 

Critina Torre  (ACEP)

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Muito obrigado pelo convite.
Já entrei e já percorri a looooonga mostra! Impressiona, realmente, a quantidade (não está em causa a qualidade!)
de objectos recolhidos e expostos! Por outro lado, como já estou habituado à qualidade do vosso trabalho, digamos que não estranho! :)Parabéns aos alunos e aos professores!
Enquanto fazia desfilar as imagens, ocorreu-me que seria uma pena não aproveitar o enorme trabalho realizado para lhe dar um carácter mais duradouro, digamos numa publicação! Tal empreendimento requereria uma fotografia um pouco mais «cuidada», mas nada que não fosse facilmente viável. Penso que o mais difícil e trabalhoso (a recolha) está feito.
Mais uma vez, espero que me perdoem o atrevimento da sugestão!
 
José Morais ( Caracavelos )

 
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Parabéns a todos por uma mais uma exposição. - 40 anos do 25 de Abril em imagens .  As escolas bem precisam que o tema não fique esquecido.
 
Raquel Ramos ( coordenadora interconcelhia da RBE)
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Já fiz a minha visita virtual. Um bom trabalho, como sempre.
 
Ana Margarida Luciano ( Ponte de Lima)
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Pois, já fiz a minha visita virtual... está muito interessante e elucidativa...
 
Fernanda Neves ( professora bibliotecária da  Escola Secundária de Monserrate)
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Olhando para a diversidade de informação que integrou a exposição chamou-me a atenção para um livro que acabo de adquirir, numa grande tenda instalada na rua,  e que tem por título "Amor e Sexo no Tempo de Salazar" de Isabel Freire, Esfera dos Livros, 2010. Muito realista. Convida a uma reflexão sobre as fragilidades da mulher nas politicas do Estado Novo.
Fica a ideia para um próxima exposição com esta temática. Parabéns.
 
Arcindo Soares ( Lisboa)
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Muito obrigado pelo convite!
 
Ao percorrer a vossa exposição, ia-me ocorrendo que a leitura é não apenas lugar do conhecimento (de prazer, por certo),
 
mas também fonte do impulso para a acção! É isso que fica demonstrado na rica produção dos leitores!
 
Parabéns!
 
José Morais ( Carcavelos)
 
 
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Muito obrigada pelo envio regular da informação do trabalho que vão desenvolvendo. O envolvimento das famílias e da própria comunidade escolar (também, do agrupamento em geral), revela-se uma mais-valia que ajuda a aprofundar o trabalho desenvolvido e reforça os objetivos que todos pretendemos atingir.
 
Filomena Cravo ( Ler + / PNL )
 
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Parabéns pelo vosso trabalho. Gostei muito de visitar mais uma exposição virtualmente.
 
Adelaide Graça ( autora )
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Gostei muito da exposição pela riqueza e variedade e pelo que permite que os alunso aprendam.
A próxima é sobre???
 
Isabel Campos ( professora bibliotecária do Agrupamento de escolas de Monte da Ola)

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Parabéns à equipa da BE pelo magnífico trabalho.

 
Helena Felgueiras

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Parabéns pela excelente exposição que tive oportunidade de ver, agora, virtualmente. Infelizmente não foi possível de outra maneira.

Reconheço que não deve ter sido nada fácil organizar uma exposição com esta dimensão artística e pedagógica.

Manuel Fonte ( Oeiras )

 

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No momento de envio do convite para esta visita virtual, vi com atenção os trabalhos apresentados ficando encantada com a sua criatividade, mais ainda por resultarem da leitura de obras recomendadas e por terem a colaboração de outros intervenientes, em particular das famílias. Embora um pouco tardio, é sempre oportuno uma apreciação mais formal.
Num recente encontro sobre a "urgência da literatura contra a ditadura do entretenimento", foi colocada a questão "como voltar a pôr as pessoas a ler literatura de qualidade". Porque num tempo em que impera o paradigma tecnológico significa, sobretudo, questionar que literatura é hoje feita para as crianças e adolescentes e qual a responsabilidade de pais, educadores, professores, escritores, editores e livreiros. "Que tipo de literatura fomenta a leitura critica, exigente, responsável".
Claro que, vocês escola, sabem bem como resolver estas questões. Basta olhar para a criatividade destes trabalhos, feitos precisamente no contexto de leitura critica, reflexiva.
A reflexão foi mais abrangente avançado com a necessidade de "entre-cruzamento da literatura com outras áreas disciplinares, como a história e a filosofia, mas também com as ciências e as artes, promovendo através dessa conjugação o alargamento da compreensão do mundo, conduzindo a uma formação mais sólida e consciente da personalidade e da cidadania". Seria bom que tomássemos consciência de que só seremos bons matemáticos, bons cientistas quanto mais cultura literária tivermos. Por outro lado uma juventude que se quer a saber muita matemática mas a não ter palavras para explicar o que vê, nem para expressar o que pensa, caímos num logro.

Não podia deixar de passar esta abordagem
.

 

Elisa Carvalho Soares ( Lisboa)
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Parabéns pelo que fazem na vossa BE pela cultura. Devem ser caso muito incomum.

( Albertina Fernnades em 24/2/2014)

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Parabéns pelo vosso dinamismo .

(Albertina Fernnades em 17/2/2014)

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 Parabéns pelo bom gosto cultural

( Albertina Fernandes)

 

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Obrigado BE de Arga e Lima

Tens de ensinar ao nosso ministro da economia como se produz, muito e bem...

beijinho e bom fim de semana

 

( Biblioteca Atlântica)

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Exposição de presépios - mais uma vez um encanto

José Rosa ( Oliveira de Azeméis)

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Foi, de facto, uma exposição grandiosa ( ciência tecnologia, tradição e inovação em Portugal), não só pelo número de peças expostas, mas também pelo que pôde transmitir e ensinar sobre o Portugal científico, tecnológico, aquele Portugal que é capaz de aliar a criatividade à tradição e produzir obras que maravilham os nossos olhos e nos encantam. Afinal "somos" capazes!!!! Pelo empenho, dedicação, carinho, persistência e horas de trabalho incontáveis e invisíveis, endereço os parabéns a todos os que foram co-organizadores desta exposição. Uma lição de cultura científica, artística, histórica, cultural... foi veiculada de uma forma muito estética. Vibrei... com tantas aprendizagens que fiz! Obrigada.

José Antunes ( Braga)

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Muito obrigado pelo convite para ver a vossa exposição.

Gostei mesmo de entrar e seguir os vossos passos...

Ainda conseguem cativar os jovens para os livros e para a leitura?

É admirável!

Continuação do bom trabalho...

Bom ano letivo

Um abraço

José Morais ( Carcavelos)

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Que bonito! Gostei imenso!
Parabéns!


Ana Bela Afonso

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Bom dia

Muito obrigada pela partilha.

Um abraço e continuação de um bom trabalho.

Com os melhores cumprimentos,

Plano Nacional de leitura ( Ministério da Educação)

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E entrei mesmo na vossa BE virtual e vi a exposição online.

Parabéns pelo excelente trabalho!

Manuel Fonte ( Instituto Superior Técnico – Lisboa)

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Muito obrigada por nos terem enviado esta fantástica ideia.

beijos

 

Isabel ( professora bibliotecária da BE da EB2,3S de  Monte da Ola)

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Parabéns!

Muito boa, como sempre.

Continuo a gostar dos fios...

Abraço

Helena (professora  bibliotecária da EB2,3  de Viana)

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Boa noite e parabéns , BE de Arga e Lima

Já entrei na vossa exposição e gostei muito.

Continuação de bom trabalho!

Beijoca com verdadeira amizade.

 

Carminda Lomba ( Professora bibliotecária da EB2,3 Carteado Mena – Darque)

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Gostei muito, BE de Arga e Lima! Parabéns a todos. Abraço

 

Ana Paula Barbosa ( Porto)

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Parabéns! Quando os projetos atingem os objetivos propostos é muito gratificante. A vida é feita de estímulos e desafios. Fomentar a divulgação e aprofundamento do conhecimento, ajudar a desenvolver as capacidades cognitivas, é um trabalho de cidadania.

 

Elisa Soares ( Lisboa)

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A escola de qualidade encontra-se onde existem professores empenhados na formação dos seus alunos. Apesar de maltratados pelos sucessivos responsáveis pelas pastas do ensino, os docentes continuam a demonstrar que a escola publica responde aos desafios.

 

José Antunes (  Braga)

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ATIVIDADES DA OU COM A  BE NA SEMANA CULTURAL

 

Parabéns pelo vosso trabalho!

Tomáramos nós que muitas outras escolas seguissem este precioso exemplo.

Não há melhor forma de “semear” do que esta. Os frutos virão a caminho.

 

Manuel Fonte

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 SEMANA CULTURAL - encenação da aldeia da cantiga da aldeia da roupa branca pelo pessoal da cantina  e bar

 

Gostei tanto que me deu para escrever um bocadinho das minhas recordações, nos tempos em que ia com a minha mãe lavar a roupa para o rio de Portuzelo.( Mesquita)

 

 

Tardava a quinta-feira.
A pressa de aventuras sonhadas ao longo de uma semana consumava-se na margem do rio de Portuzelo.
Pela manhã, bem cedo, a minha mãe e a minha tia carregavam duas bacias de roupa, à cabeça. E os meus irmãos fazíamos a nossa parte: bola na frente dos pés, uns anzóis improvisados com umas linhas que não eram de pesca e meia dúzia de minhocas esgaravatadas junto à pia da água das galinhas.
O percurso era longo: pela borda da Quinta do Roxo, pelo meio da Quinta Fresca, em direitura à casa das quatro torres, até ao Largo da Mena. E ainda recordo o cheiro verde do junco ou estrume dos campos por lavrar, e as pontelhas sobre os ribeiros das salinas, ou a passarada fugidia por entre as tábuas dos charcos.
Mas a jornada era trabalhosa para as fadas domesticas: joelhos no caixão, sabão-rosa em punho, costas vergadas sobre a pedra meia submersa na água corrente e, numa harmonia rotineira de movimentos expurgadores, juntavam um volume de roupa ensaboada, prontinha a ser estendida no coradouro verde, mesmo ao lado da fonte de chafurdo.
E a nossa brincadeira era interrompida para regarmos a roupa que corava ao sol. Não era bom que ficasse muito ressequida com o calor. E o regador de folha de zinco, comprado na oficina do Perrincha, não descansava entre a fonte e o coradouro.
A fome, como um relógio biológico, marcava um período de descanso. E o farnel de pão, sardinhas e azeitonas conseguia, mais do que uma saborosa degustação, um aconchego de ternura que a memória mantém impassível.
A tarde corria depressa demais. Os enguios não tinham gostado das nossas minhocas.
Com a roupa lavada e escorrida, as bacias seriam, com certeza, muito mais pesadas. Por isso o regresso era mais rápido. Pelo mesmo caminho, cabia-nos o transporte do caixote e do regador.
Havemos de ir ao rio de Portuzelo lavar roupa…

José Mesquita ( um amigo que também é professor bibliotecário no Agrupamento do Atlântico) - 10 de Junho de 2013

 

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SEMANA DO ORIENTE -  A Leitura dos dias IV - ver, ouvir e ver para conhecer

 

 
A data do evento já passou, mas as imagens ficaram. É interessante refletir sobre o mundo onde nos situamos. Neste caso, a Escola de Lanheses e a sua comunidade educativa, em contacto direto com comunidades culturais orientais! Eu que vivi uma outra realidade, onde tudo fazia parte de um imaginario idealizado, fico contente por ver estes jovens a interagirem com mundos culturais tão diversos. Para estes jovens a linha de horizontes deixará de ter limites. Tudo fará parte de um outro imaginário
 
                                                      Arcindo Soares ( Lisboa)

 

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ENCONTROS INTERGERACIONAIS - ver , ouvir e ler para conhecer

 

Tema - espaços da memória

 

RETORNOS

 

Encontro Intergeracional

 

 O Agrupamento de Escolas de Arga e Lima preocupa-se em fazer com que os seus alunos se relacionem com pessoas de diferentes idades, trocando impressões e histórias entre si. Por esse motivo, decorreu, na Biblioteca Escolar, um encontro inter-geracional, onde estiveram presentes vários docentes e alunos da escola sede, mas também idosos de lares de freguesias unificadas ao agrupamento.

  Têm sido constantes as visitas destas pessoas, que muito nos agradam e nos dão ânimo para continuarmos a ser ativos na sociedade, ajudando tantos outros como eles, que não tiveram a sorte de poder usufruir de uma família ou, então, pelo menos, alguém interessado neles o suficiente. Assim sendo, torna-se importante a nossa relação entre eles, acompanhando-os e ensinando-os mais acerca da atualidade, e a sua relação entre nós, para nos “abrirem os olhos”, para nos demonstrarem que a sua vida de infância não era composta por tantas regalias como atualmente a conhecemos.

  Para nos sentirmos mais cómodos na nossa interação com os idosos, foi-nos oferecida a visualização de imagens, em formato digital, recordando os tempos deles e de outrem, por vezes imagens caricatas e divertidas…

  Seguidamente, foi utilizado um baú, para mim, o “baú das recordações”, que continha diversas palavras, desde “Guerra do Ultramar”, a “Rio”, passando pelo “Sótão”, pela “Eira”, pela “Venda”, pelas “Minas”, pela “Praia” e indo às “Festas/Romarias”, não esquecendo as “Lendas”. Todas estas palavras foram tão bem exploradas que as emoções se fizeram pressentir, com pensamentos de saudade e gratidão para com aquela época, onde todos ainda eram inocentes ao sentido da vida.

 O papel que mencionava “Guerra do Ultramar” foi, talvez, o mais doloroso de divulgar, pelo facto de certos idosos se despedirem de alguns membros da família e amigos, razão pela qual os levam a guardar com muita mágoa essa despedida que não querem apagar da sua memória. Recordam-se, também, das pessoas adotarem a roupa negra, sinónimo de luto, que lhes sugeria sentimentos de tristeza, saudade, ansiedade e dor.

  Seguiu-se-lhe o termo “Sótão”, uma palavra com duplo sentido para todos os idosos, sinónimo de lembranças, com o armazenamento de objetos (fotografias), igualmente descrito como um refúgio onde eram postas em prática as “asneiras”, o sonho de qualquer criança…

  Os vocábulos relacionados com o trabalho rotineiro da agricultura eram referidos como que essa prática fosse muito natural na atualidade, entre os jovens, sendo eles: “Eira”, “Minas” e “Rio”. Os idosos remetiam-nos para um ambiente diferente, onde o trabalho era a base da sustentação da família, ambicionavam, portanto, a espiga vermelha para poder haver descontração no desempenho das tarefas, pois só assim é que os rapazes podiam beneficiar de um beijo da sua amada! Nas minas, por sua vez, era impossível prescindir de um momento de descanso, tinham de carregar as “ vagonas” (espécie de comboio) desde o interior das minas de estanho, em Vila Mou, até à superfície, um trabalho verdadeiramente duro pois o ferro e a matéria-prima extraída eram muito pesados. No rio, lavavam-se as roupas, sempre com muita alegria e diversão, com as cantigas populares, por exemplo:

“As mulheres quando se juntam

Para falar da vida alheia

Começam na lua nova

Acabam na lua cheia!”

 O papel que continha a palavra “Venda” recordou-lhes o comércio antigo, onde as pessoas ainda podiam confiar na própria palavra, sendo utilizados os livros de venda, assim todos aqueles que tivessem de comprar mercearia e outros produtos alimentares  podiam usufruir de um benefício, o fiado. Todos os produtos eram vendidos ao peso ou ao litro para que houvesse possibilidades, por parte do consumidor, para aderir aos mesmos. Este local também é designado por ser um lugar de convívio onde a virilidade dos homens estava muito presente, reunindo-se ao final da tarde para debaterem assuntos relacionados com o trabalho, sendo “regado” com as tradicionais tigelas de vinho ou aguardente.

 As diversões da época eram caraterizadas pela fraca assiduidade de comparecer nas “Praias”, mas forte nas “Festas/Romarias”, que eram motivo de devoção ao padroeiro desses locais, assim como as arrematações, muito disputadas pela população para adquirir as “condessas”, por isso esses tempos também eram caraterizados por muito bairrismo, companheirismo e “namoricos”.

 Por último, foi dada a oportunidade de tirar um papel aos organizadores deste evento inter-geracional, e, curiosamente ou não, saiu um papel contendo a palavra “Lendas”. A lenda que aapresentaram foi a que estava relacionada com os “tsurus”, pois os idosos foram, novamente, convidados para voltarem à escola para que alguns alunos os ensinassem a fazer os famosos “tsurus”, em origami.

 Espero-os com anseio para lhes poder mostrar as nossas habilidades…

 

Elvira Soares

N.º11    9.ºD

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 O encontro Intergeracional decorreu na biblioteca escolar de Lanheses, onde interagiram pessoas de diferentes idades.

 Primeiramente, visualizamos algumas imagens relacionadas a Arga e Lima em tempos passados. Seguiram-se vários temas ligados à vida “escrava” dos trabalhos duros manuais de pessoas antigas… Assim sendo, havia um baú que recordava, com palavras, esses velhos tempos.

 Cada palavra tinha um significado comum, o de nos mostrar as diferenças entre o passado e a atualidade, mas também um significado próprio, por exemplo:

  • A “Guerra do Ultramar”, marcada pelas tragédias e despedidas;
  • O “Sótão”, por vezes, um refugio para os idosos, crianças… em tempos;
  • A “Eira”, remete-nos para a tão ansiada espiga vermelha;
  • A “Venda”, local de convívio e de comércio artesanal;
  • As “Minas”, recordadas pelos grandes esforços para os trabalhos de extração do minério;
  • A “Praia”, essencialmente procurada pelas famílias mais ricas da sociedade, com uso de roupas “compostas”;
  • As “Festas”, caracterizadas pela enorme devoção pelos santos;
  • O “Rio”, com inúmeros provérbios, canções e trabalhos relacionados ao próprio país.

 Motivo de conversa também foi a palavra “Lendas”, que nos levou logo a pensar na lenda dos ”Mil Tsurus”, pois está relacionada com a luta pela vida por parte de uma criança. Esta tinha um grave problema de saúde e para que a paz no mundo reinasse ela decidiu fazer os mil tsurus, baseada numa lenda japonesa que dita que quem fizer mil tsurus e rezar durante a realização de cada um deles pode pedir um desejo por cada um que esse realizar-se-á. Mas a jovem, devido ao avanço brutal da sua doença, não conseguiu concluir tal tarefa, sendo terminada pelos seus colegas, homenageando todos aqueles que sofreram por causa de uma bomba.

  Esta lenda levou-nos a convidar todos os idosos a voltarem à escola para poderem aprender a fazer essa ave em origami, promessa feita pelos alunos presentes na biblioteca!

 

Diogo Rocha

N.º10   9.ºD

 

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No dia 30 de Outubro, na Biblioteca Escolar da nossa escola, participámos numa atividade que contou com a presença de outros alunos da escola e com alguns idosos de vários lares, nomeadamente dos lares de Deão e Fontão…

Na primeira parte da atividade, a professora Manuela começou por exibir algumas fotografias antigas com a finalidade de nos mostrar, a nós alunos, como era a vida antigamente e também para despertar algumas lembranças dos idosos e das suas vidas passadas…
As fotografias mostravam alguns lugares da freguesia de Lanheses há cerca de 30 anos e também algumas atividades que eram realizadas, nomeadamente: o rancho folclórico, a desfolhada, as vindimas…

Na segunda parte da actividade, os idosos retiravam um papel de um baú e tinham de falar acerca do mesmo atribuído e que memórias lhes despertava. Saíram as seguintes palavras:

-Guerra do Ultramar - uma senhora contou que em Lisboa havia muita gente a entrar para os barcos para ir para a Guerra e também contou a história do seu irmão que foi para a Guerra quando a mãe estava doente e que regressou com a mãe viva, que morreu uma semana depois…

-Sotão - era o local onde se guardavam as coisas que já não se usavam…

-Eira - local onde se malhava o milho e se deixava a secar; a eira tinha umas beiras em pedra que serviam para o milho não cair… Também servia para escolher os feijões… Nessas alturas, na eira, dançava-se e cantava-se.

-Venda - mais conhecida como tasca, era o local onde se vendiam as mercearias, que eram levadas em cartuchos de papel… Era também para a tasca que os homens iam ao Domingo, depois da missa, jogar à malha e beber o seu copo de vinho…

-Romarias - a única altura do ano em que se vestiam com roupa nova e levavam os cestos nas festas da sua Terra…

-Minas - uma senhora explicou que ela e os seus irmãos iam para uma mina de estanho em Vila Mou puxar as vagonas. Vagona é uma espécie de carrinho com quatro rodas de ferro com uma espécie de caixote em madeira que servia para transportar o estanho…

-Praia - quase nunca iam e quando o faziam levavam uma saia e meias; apenas mais tarde, um fato de banho… Quando iam a S. Bartolomeu do Mar, havia um banheiro que mergulhava as crianças nove vezes nas ondas, três de cada vez para as crianças ficarem ‘protegidas’.

-Rio - onde as pessoas levavam um alguidar de roupa e passavam o dia todo a lavar, corar e secar… O rio muitas vezes enchia no Inverno e dizia-se que:

Para ir bem a Portugal,

É preciso sete cheias antes do Natal!          

 

Ricardo Cerqueira, 9º D

 

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O que r  - Daniel Martins, 9º D

-EMBARQUE

Havia guerra em Moçambique, Angola...
Lembram-se quando pessoas conhecidas embarcavam.
As pessoas sabiam que partiam para a guerra mas não sabiam se voltavam.
As mães vestiam-se de luto quando os seus filhos partiam para Angola, Guiné, Moçambique… enfim, para a guerra.


-SOTÃO

Poem-se coisas que não prestam.
As pessoas guardavam baús (malas) com fotografias da primeira comunhão, etc.
As pessoas usavam como esconderijo para fazer asneiras.


-EIRA

Em pedra, para que o milho não caísse.
O que se fazia na eira?
A apanha dos feijões era terrivel.
Malhavam as espigas 
Secavam e malhavam o feijão
Secavam o milho 
Dançava-se, esfolhava-se e cantava-se
Naquele tempo, o beijo era muito especial, logo as pessoas beijavam-se em ocasiões importantes.

-VENDAS

Na tasca, vende-se vinho, bacalhau, entre outros.
Antigamente, havia nas aldeias uma venda (tabernas)
Embrulhavam-se os feijões em cartuchos, apesar de ninguém o comprar.
As pessoas fiavam.
Os homens iam beber vinho à venda.
Era lá que jogavam à malha e comiam algum petisco e também bebiam aguardente.


-MINAS.

Trabalharam nas minas em Vila Mou.
Bagonas- espécie de comboio
As mulheres trabalhavam a empurrar Vagonas.
Ancinho de ferro para as minas e de madeira para as eiras.

-PRAIAS

Mergulhavam as crianças para ficarem protegidas.


-FESTAS E SANTUÁRIOS

Antigamente, pagavam-se as promessas 
S. João D'Arga é advogado das coisas malignas.
Santa Luzia é advogada da visão.

OS IDOSOS TINHAM ALGUMAS CANÇÕES


Nossa Senhora faz meias 
com linha feita de luz
o rumelo da lua cheia
as meias são para Jesus

Rio Lima de Ponte de Lima 

No dia 9 de Dezembro, houve uma grande cheia
Em 1977, grande cheia nas Feiras Novas

Rio Lima Fontão

corar - pôr a roupa ao sol
Associa-se lavar, para o rio de Fontão 

Rio Lima de Deão

Havia uma senhora que tinha 7 irmãos
Ela levava uma grande bacia com roupa para lavar no rio e os irmãos iam levar de comer.
Hoje é raro haver cheias por causa das barragens


Provérbios -
O INVERNO, PARA SER BOM, TINHA QUE HAVER 7 CHEIAS QUE COBRISSEM AS LEIRAS; 
PARA CORRER BEM PARA PORTUGAL, TEM DE HAVER 7 CHEIAS ANTES DO NATAL
 

 

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Muito obrigado, por mais esta visita virtual a uma das vossas atividades. Aqui, gostei sobretudo de ver essa fantástica reunião de gerações
muito bem documentada nas imagens!
Hoje, nas sociedades ditas desenvolvidas (civilizadas?!) é aqui que se abre uma grande ferida. O projeto/exposição que visitei parece dar-se conta disso e parece querer ser um grito de alerta para um drama bem real!

Parabéns pelo trabalho e pela trazerem à vossa escola (aos alunos) um tema tão atual e tão importante.

Abraço.
José Morais

 

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Acabo de visitar o vosso encontro intergeracional. Há uma emoção forte dentro de mim. As expressões, os olhares, as mãos, os silêncios, os cantares e as histórias contadas que se adivinham, transportam a riqueza desse encontro para outros tempos que unem os passados e o nosso futuro.
Obrigada pela partilha e parabéns pela riqueza prodigiosa de que dela resulta.


Anabela Afonso ( professora de Santa Maria Maior)

 

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EXPOSIÇÃO na BE  -Ver , Ouvir e Ler para conhecer   - ONDE NOS LEVAM AS VASSOURAS?

 

   

 

https://picasaweb.google.com/110706768125941983316/ExposicaoOndeAsVassourasNosLevamVEROUVIRELERParaCONHECER?authuser=0&feat=directlink

 Viista a  exposição  - monitorização feita pela docente de Língua portuguesa

 

1-Qual o nome da exposição?

R: O nome da exposição é <Ónde nos levam as vassouras?>.

2-As vassouras à ciência ,à botânica, à quimica, à literatura, à economia...Dá exemplos do que aprendemos.

R: Aprendemos que as vassouras estão ligadas à literatura como o livro , à economia como a doença dos provocada por um fungo, à astronomia como por exemplo < A vassoura da bruxa Celeste>, e à botânica como a < Vassoura vermelha> (nome de uma planta).

3 - Gostaram da exposição, porquê?

R: Nós gostamos muito da exposição porque aprendemos coisas fascinantes e fatos que não fazíamos ideia de que existissem.

As vassouras estão ligadas a várias ciências, como: à botânica, à astronomia, à quimica, à ciência e à economia.

 

Trabalho realizado por: Diogo Arezes; Rui Matos; Matthew Capaz - 6ª C

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  Monotorização da visita á B.E

1)- Qual o nome da exposição?

- O nome da exposição é “Onde as vassouras nos levam…”

2)-As vassouras levam-nos “Á Ciência botânica, à química, á literatura, á economia… Dá exemplo do que aprendeste da exposição.

-Quando ouvimos a palavra “vassoura”, o primeiro significado que nos ocorre é que ela é um utensílio que serve para as tarefas domésticas. Mas não só, também nos leva a outros assuntos. Por exemplo:

 

-Na Ciência-existe uma super nova “vassoura de bruxa celeste”;

-Na botânica-fungo ”vassoura de bruxa “ provocado nos cacueiros;

-Na literatura –“Harry Potter”escrito por J.K Rowling em que as vassouras são elementos fantásticos;

-Na economia-fungo “vassoura de bruxa “doença provocada nos cacueiros, dá prejuízo aos produtores da mesma;

- Na química- em 1920, Herman Staudinger iniciou os seus estudos teóricos de estrutura e propriedades dos polímeros naturais e sintéticos.

Staudinger mostrou que, hoje, usamos são maioritariamente constituídos por polímeros  E foi com esta visita à B.E da escola de Lanheses que aprendemos que a palavra vassoura tem vários significados.

3)-Gostaste da exposição? Porquê?

-gostamos muito da exposição porque achamos que está muito criativa e aprendemos outros significadas sobre vassouras que nunca imaginaríamos que existissem..

 

Alunas do 6ºC:

-Margarida Fernandes nº:16

-Guadalupe Matos nº:12

-Ana Carolina Sendimnº:2

 

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Monotorização da visita à B.E

 

1-Qual o nome da exposição?

 R: O nome da exposição é «Onde nos levam as vassouras?»

2- As vassouras levam-nos à Ciência à Botânica à química à literacia à economia… Dá exemplos do que aprendeste através da exposição.

 R: Através desta exposição aprendemos que etimologicamente a palavra vassoura vem do latim versória derivado de versus, participo passado do verbo verro que significa arrastar pelo chão, varrer, ajuntar, apanhar varrendo.

      Aprendemos também que o estudo da vassoura está ligado à  química, como por exemplo em 1820 Herman Staudigner iniciou os seus estudos teóricos de estrutura e propriedade dos polímeros naturais e sintéticos. Atualmente as vassouras são feitas deste material.

     Verificamos também que a vassoura se encontra ligada ás artes como por exemplo o quadro de Vermeer com vassoura. Na literatura, a vassoura aparece no livro «Harry Potter e a pedra Filosofal», de J.K Rowling, «Uma aventura na noite de bruxas», de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada…

     A ciência está igualmente ligada ás vassouras. A vassoura tradicional é um tubo cilíndrico que não tem asas. Este é o segredo da incapacidade de não voar das vassouras.

     A economia, de certa forma também se liga ao estudo da vassoura- «vassoura de bruxas» é uma doença dos cacoeiros causada pelo fungo Maniliophotora perniciosa.

     A vassoura na botânica é um utensílio para varrer, esfregar ou escovar superfícies geralmente construído por um cabo longo de madeira. Também existem plantas com nomes de vassouras.

3- Gostaste da exposição? Porquê?

 R: Gostamos muito da exposição, porque aprendemos muitas coisas sobre as vassouras, que não sabíamos que existiam.

 

Alunos do 6º C:

Ana Luísa nº3

Ana Marisa nº4

Beatriz Borlido nº5

Catarina Ferreira nº7

Francisca Araújo nº11

Tatiana Matos nº20

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«Esta é uma ideia muito engraçada, curiosa e ajustada ao momento. » Dr ª Filomena Cravo ( DGS/PNL)

 

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«Muitos parabéns por mais uma iniciativa que abarca toda a comunidade escolar e suas famílias.» Drª Ana Cristina ( Relações Públicas da BMVC)

 

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«Já fui visitar esta exposição, como sempre esta é mais uma de muito bom gosto.Continuem.»  Susana Pereira ( assistente operacional da EBS de Arga e Lima)
 
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Exposição - BE passado, presente e futuro

 

 

Um dia diferente

                No passado dia 15 de outubro de 2012, na aula de A.C.T., a nossa turma (11ºB) deslocou-se à Biblioteca Escolar para ver a exposição alusiva ao tema “Comemoração do dia da Escola”, pois a Escola comemorou o seu 22º aniversário nesse dia.

                A exposição foi tipo “blast from the past” , pois foram expostas fotografias de pessoas da zona, assim como trabalhos teóricos e manuais de alunos que passaram pela nossa escola ao longo dos vários anos de existência. A escola também teve a oportunidade de mostrar todo o seu prestígio e louvor, como é comprovado pelas taças, prémios, diplomas, medalhas, certificados, entre outros. Estes prémios foram concedidos no âmbito de concursos ou projetos como a “Escola Eletrão”, os “Festivais das Janeiras”, “Entre Palavras” e o “Concurso Escolar Alto Minho”. Nem todos os prémios foram ganhos pela escola, alguns foram ganhos, como é o caso das medalhas do Desporto Escolar.

                Também houve espaço para os destaques individuais, como é ocaso dos poemas de autoria anónima, e o livro “O golfinho e a estrela” da Professora Conceição Sá que foi encadernado e ilustrado pelos alunos Tiago Félix e Fábio Gomes. Toda a história da escola está arquivada para a posteridade, quer pelas cassetes VHS, quer como projetos mais inovadores, como é o caso do “Arquivo digital do Património material da comunidade de Arga e Lima”, (que é a ligação entre o passado e o presente, quer dos trabalhos manuais, quer dos digitais).

                A Escola de Lanheses comemorou 22 anos e expôs uma pequena amostra dos seus projetos.

                Que continue assim!!!

 

Rafael Freitas, 11ºB

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Visita à exposição subordinada ao tema: “Comemoração do dia da escola” na B.E

 

            No passado dia 15 de outubro, a nossa escola festejou o seu 22º aniversário! Há 22 anos que a escola Básica e Secundária de Arga e Lima acolhe, ensina e prepara centenas de alunos para um futuro no mundo do trabalho, assim como os acarinha com a qualidade do seu ensino e outros privilégios. Por esse motivo, a B.E organizou uma exposição subordinada à comemoração do dia da escola, que foi visitada durante a aula de ACT pela nossa turma, 11ºB.

            A exposição tornou possível o conhecimento das mudanças registadas e os trabalhos desenvolvidos ao longo destes 22 anos, por parte de quem a visitasse. Foram expostos trabalhos realizados por vários alunos que frequentam ou já frequentaram a escola. Parte desses trabalhos estavam relacionados com o Agrupamento, nomeadamente com as freguesias que pertencem ao mesmo, como Fontão, S. Salvador da Torre, entre outras. Num placard estavam afixadas várias fotos de diferentes lugares, pessoas e temas. Cada fotografia incluía um poema relacionado com essa fotografia. Entre estes trabalhos, também foi possível encontrar um trabalho realizado por alguns colegas nossos, que tinha como tema “Parques e Reservas Naturais de Portugal”. No entanto, não só estavam expostos trabalhos de pesquisa, mas também trabalhos práticos e manuais, como bonecas de trapos e quadros.

A exposição incluía também várias taças e medalhas ganhas por alunos ou ex-alunos do Agrupamento, tornando desta forma a escola mais prestigiada e com mais mérito. Por último, também era possível observar arquivos com álbuns de fotos de atividades realizadas nos últimos anos, num computador da biblioteca. Esse arquivo intitula-se de “Arquivo digital do Património Imaterial da Comunidade de Arga e Lima”.

            Ver uma exposição é sempre uma atividade diferente, pois mostra as coisas numa outra perspetiva. É através de uma exposição que tomamos conhecimento de muitos acontecimentos que ocorreram antes de virmos para Lanheses e isso é ótimo, porque assim podemos ter um pouco de noção do antes e do agora.

 Na minha opinião, Lanheses é uma escola muito interessante e uma das melhores do distrito e até quem sabe do país. Por isso, queria felicitar a escola e desejar-lhe os parabéns por estes 22 anos de existência J

 

 

     Paula Martins 11º B

 

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Visita à exposição subordinada ao tema “Comemoração do dia da Escola”

 

No passado dia 15 de outubro, a escola celebrou os seus 22 anos de existência, dando aos alunos a possibilidade de assistir a uma exposição, na biblioteca escolar, à qual a nossa turma também foi. 

Essa exposição dava a conhecer as mudanças verificadas e os trabalhos feitos ao longo destes 22 anos.

Foi possível observar trabalhos realizados por vários alunos, desde os primeiros anos de existência da escola, até agora. A maior parte desses trabalhos estavam relacionados com o Agrupamento escolar, e com as freguesias que fazem parte deste, mostrando também várias fotos de diferentes lugares. Entre estes trabalhos, estava também um feito por uma colega nossa, que se intitulava “Parques e Reservas Naturais de Portugal”. Para além de trabalhos de pesquisa, havia também alguns trabalhos manuais, como bonecas de trapos ou quadros.

A exposição incluía também o mérito da escola, ou seja, as taças e medalhas ganhas pelos alunos ao longo destes anos, dando à escola um maior prestígio. De um outro lado da exposição, foi possível vermos um placard com fotos e vários poemas que iam ao encontro desta comemoração. Por fim, e de um modo mais atual, a exposição também estava incluída num computador, através do “Arquivo Digital do Património Imaterial da Comunidade de Arga e Lima”, onde podemos visualizar álbuns de fotos das atividades realizadas nos últimos anos e onde podemos também aceder ao blogue “Teia de Livros”.

E foi assim, que numa só exposição aprendemos um pouco da história de 22 anos de existência da nossa escola.

 

  Sara Barbosa, 11ºB